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Dom23042017

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FEB destaca doze anos da desencarnação de Chico Xavier

 

 

Chico Xavier é um dos mais destacados expoentes da cultura brasileira do século XX. Nascido em 1910, desde os 5 anos de idade, começou a ver e ouvir os Espíritos, tendo estabelecido com eles um relacionamento que deu resultado à publicação de mais de 412 obras, todas por ele psicografadas.
Com uma qualidade literária extraordinária, as obras de Chico Xavier são um autêntico sucesso editorial e já alcançaram mais de 25 milhões de exemplares, somente em língua portuguesa.
Esse trabalho foi interrompido apenas em 2002, ano de sua desencarnação, e resultou em um acervo de títulos de diversos gêneros, tais como poemas e poesias, contos, romances, obras de caráter científico, filosófico e religioso.
De personalidade bondosa, dedicou-se sempre ao auxílio dos mais necessitados. O trabalho em benefício do próximo possibilitou ao médium a indicação, por mais de 10 milhões de pessoas, ao Prêmio Nobel da Paz de 1981. No ano de 2012, Francisco Cândido Xavier foi eleito “O maior brasileiro de todos os tempos”, em evento promovido e realizado pelo Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).

 

Fonte: Federação Espírita Brasileira

 

 

Parabéns Divaldo Franco

 

Em 5 de Maio de 1927 nasceu o orador espírita Divaldo Pereira Franco, na cidade de Feira de Santana - Bahia. Ao completar 87 anos de existência, também destacamos os 67 anos dedicados à divulgação da Doutrina Espírita no Brasil e no mundo.

Como médium, publicou mais de 255 livros,  tendo vendido mais de 8 milhões de exemplares , cuja renda é revertida  para a obra social Mansão do Caminho, fundada em 15 de Agosto de 1952, no bairro de Pau da Lina, em Salvador.

Divaldo é reconhecido como um dos maiores médiuns e oradores espíritas da atualidade. Desde o ano de 1947 vem proferindo conferências no Brasil e no Exterior, sendo mais de treze mil conferencias em  duas mil cidade no Brasil e em sessenta e cinco países  nos cinco continentes.

Criador do Movimento Você e a Paz em 1998, em Salvador - Bahia, que atualmente é promovido em mais de 20 cidades brasileiras e 60 países, como Venezuela, Honduras, África do Sul, Espanha, França, Inglaterra, Israel, China, entre outros. Inclusive foi lançado, na sede da ONU, em Nova Iorque, em abril de 2013 e, em seguida, em Miami.

Divaldo recebeu o título de Embaixador da Paz no mundo, concedido pela "Embassade Universalle Pour la Paix" em  Genebra, na Suíça, em 2005.

Homenagem da Federação Espírita Amazonense a Divaldo Franco, pela vida dedicada à divulgação do Espiritismo e vivência do bem de forma incessante e inspiradora!

Homenagem a Chico Xavier

 

Em homenagem a Chico Xavier, a Prefeitura Municipal de Pedro Leopoldo (MG)  inaugura uma escultura do grande médium em praça pública. O evento ocorrerá no dia 2 de abril – dia do nascimento do médium – às 19 horas. O presidente da FEB estará presente à solenidade.

Fonte: www.febnet.org.br

157 anos da primeira edição de O Livro dos Espíritos

 

Nesta data especial, vale a pena relembrar essa emocionante história, que representa o imenso valor da primeira obra da codificação espírita, lançada em 1857.


Há um século

Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita, naquela triste manhã de abril de 1860, estava exausto, acabrunhado.

Fazia frio.

Muito embora a consolidação da Sociedade Espírita de Paris e a promissora venda de livros, escasseava o dinheiro para a obra gigantesca que os Espíritos Superiores lhe haviam colocado nas mãos.

A pressão aumentava...

Missivas sarcásticas avolumavam-se à mesa.

Quando mais desalentado se mostrava, chega a paciente esposa, Madame Rivail – a doce Gaby –, a entregar-lhe certa encomenda, cuidadosamente apresentada.

O professor abriu o embrulho, encontrando uma carta singela. E leu:

“Sr. Allan Kardec:

Respeitoso abraço.

Com a minha gratidão, remeto-lhe o livro anexo, bem como a sua história, rogando-lhe, antes de tudo, prosseguir em suas tarefas de esclarecimento da Humanidade, pois tenho fortes razões para isso.

Sou encadernador desde a meninice, trabalhando em grande casa desta capital.

Há cerca de dois anos casei-me com aquela que se revelou minha companheira ideal. Nossa vida corria normalmente e tudo era alegria e esperança, quando, no início deste ano, de modo inesperado, minha Antoinette partiu desta vida, levada por sorrateira moléstia.

Meu desespero foi indescritível e julguei-me condenado ao desamparo extremo.

Sem confiança em Deus, sentindo as necessidades do homem do mundo e vivendo com as dúvidas aflitivas de nosso século, resolvera seguir o caminho de tantos outros, ante a fatalidade...

A prova da separação vencera-me, e eu não passava, agora, de trapo humano.

Faltava ao trabalho e meu chefe, reto e ríspido, ameaçava-me com a dispensa.

Minhas forças fugiam.

Namorara diversas vezes o Sena e acabei planeando o suicídio. “Seria fácil, não sei nadar” – pensava.

Sucediam-se noites de insônia e dias de angústia. Em madrugada fria, quando as preocupações e o desânimo me dominaram mais fortemente, busquei a Ponte Marie.

Olhei em torno, contemplando a corrente... E, ao fixar a mão direita para atirar-me, toquei um objeto algo molhado que se deslocou da amurada, caindo-me aos pés.

Surpreendido, distingui um livro que o orvalho umedecera.

Tomei o volume nas mãos e, procurando a luz mortiça de poste vizinho, pude ler, logo no frontispício, entre irritado e curioso:

“Esta obra salvou-me a vida. Leia-a com atenção e tenha bom proveito. – A. Laurent.”

Estupefato, li a obra O Livro dos Espíritos, ao qual acrescentei breve mensagem, volume esse que passo às suas mãos abnegadas, autorizando o distinto amigo a fazer dele o que lhe aprouver.”

Ainda constavam da mensagem agradecimentos finais, a assinatura, a data e o endereço do remetente.

O Codificador desempacotou, então, um exemplar de O Livro dos Espíritos ricamente encadernado, em cuja capa viu as iniciais do seu pseudônimo e na página do frontispício, levemente manchada, leu com emoção não somente a observação a que o missivista se referira, mas também outra, em letra firme:

“Salvou-me também. Deus abençoe as almas que cooperaram em sua publicação. – Joseph Perrier.”

Após a leitura da carta providencial, o Professor Rivail experimentou nova luz a banhá-lo por dentro...

Conchegando o livro ao peito, raciocinava, não mais em termos de desânimo ou sofrimento, mas sim na pauta de radiosa esperança.

Era preciso continuar, desculpar as injúrias, abraçar o sacrifício e desconhecer as pedradas...

Diante de seu espírito turbilhonava o mundo necessitado de renovação e consolo.

Allan Kardec levantou-se da velha poltrona, abriu a janela à sua frente, contemplando a via pública, onde passavam operários e mulheres do povo, crianças e velhinhos...

O notável obreiro da Grande Revelação respirou a longos haustos e, antes de retomar a caneta para o serviço costumeiro, levou o lenço aos olhos e limpou uma lágrima...

Hilário Silva

XAVIER, Francisco Cândido; VIEIRA, Waldo. Há um século. In:___. O espírito da verdade. Por autores diversos. Rio [de Janeiro]: FEB, 1962. cap. 52.

Homenagem a Chico Xavier

 

Em homenagem a Chico Xavier, a Prefeitura Municipal de Pedro Leopoldo (MG)  inaugura uma escultura do grande médium em praça pública. O evento ocorrerá no dia 2 de abril – dia do nascimento do médium – às 19 horas. O presidente da FEB estará presente à solenidade.

Fonte: www.febnet.org.br